sexta-feira, 22 de abril de 2016

Exposição - A Romanização

Está patente na BE da Escola Gomes Teixeira do AEIDH, uma exposição com trabalhos realizados pelos alunos dos 5º e 7º anos.

18 a 29 de abril


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Arte Pública

Camões é um poeta rap...



CNL - 2ª Fase

Realizou-se a 19 de abril de 2016, na Biblioteca Municipal de Almeida Garrett, no Porto, a 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura, fase distrital, promovida pelo Plano Nacional de Leitura, DGLAB, IP Camões, RBE,  RTP e com o apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto. 
Com base nas provas escritas e orais foram selecionados dois candidatos do 3º Ciclo do Ensino Básico e dois candidatos do Ensino Secundário (efetivo + suplente). São estes os selecionados que irão representar o distrito do Porto na final nacional a realizar em Lisboa durante o mês de junho/julho.
O júri registou com agrado a qualidade dos candidatos e lamentou ter que excluir numerosos concorrentes que, igualmente, demonstraram a sua elevada qualidade como leitores.
A equipa da BE agradece e felicita a participação empenhada do António Santos do 8º A e da Rita Magalhães do 9º B.
Obrigada. Para o ano há mais!

Análise da obra O Memorial do Convento, José Saramago



sexta-feira, 15 de abril de 2016

100 Anos da Morte de Mário de Sá-Carneiro



Nasceu a 16 Maio 1890
(Lisboa)

Morreu em 26 Abril 1916
(Paris, França)

“Mário de Sá-Carneiro foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d’Orpheu.
Escritor português, natural de Lisboa. A mãe morreu quando Sá-Carneiro tinha apenas dois anos e, em 1894, o pai iniciou uma vida de viagens, deixando o filho com os avós e uma ama na Quinta da Victória, em Camarate. Em 1900, entrou no liceu do Carmo, começando, então, a escrever poesia. Entretanto, o pai, de regresso dos Estados Unidos, levou-o a visitar Paris, a Suíça e a Itália. Em 1905 redigiu e imprimiu O Chinó, jornal satírico da vida escolar, que o pai o impediu de continuar, por considerar a publicação demasiado satírica. Em 1907 participou, como actor, numa récita a favor das vítimas do incêndio da Madalena, e no ano seguinte colaborou, com pequenos contos, na revista Azulejos. Transferido, em 1909, para o Liceu Camões, escreveu, em colaboração com Thomaz Cabreira Júnior (que viria a suicidar-se no ano seguinte), a peça Amizade. Impressionado com a morte do amigo, dedicou-lhe o poema A Um Suicida, 1911.” (Continua em: http://www.escritas.org/pt/bio/mario-de-sa-carneiro)